Já vi: Somos tão jovens


Eu esperava mais, confesso. Esperava mais drama. Em outras palavras, esperava sair da sala de cinema com nariz vermelho e olhos marejados. Porém ainda que o roteiro seja fraco, como não gostar de um filme que tem Renato Russo, um dos meus grandes ídolos, como principal personagem?


Impossível não gostar de um filme cuja trilha sonora é parte da trilha sonora da minha própria vida, minha própria história. É impossível, sobretudo porque tem como "grand finale" a minha música favorita dentre todas as compostas por Renato.

"Somos tão jovens" foi feito para fãs. Fãs que, embora saibam quão idealizados são os filmes biográficos (visto que são criados sob uma visão subjetiva), se deleitaram ao ver materializados, na grande tela, momentos da vida íntima do jovem Renato. Fãs que, assim como eu, se divertiram cantando em pleno cinema.

Não importa se a voz saiu desafinada, cantamos junto com Russo para mostrar que as palavras dele eram (e ainda são!) também as nossas. Cantamos em coro para provar que compartilhamos das mesmas ideias, afinal somos parte da mesma legião.



A Música!

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